terça-feira, 22 de novembro de 2016

Não desista dos grandes objetivos assim tão fácil

     Há pessoas que às vezes pensam em objetivos grandes como se tornar um profissional conhecido internacionalmente, resolver um problema dificílimo em alguma área específica ou adquirir um conhecimento ou habilidade que ninguém tem. Porém, devido a variados motivos, desistem achando que não conseguem. Mas será que não conseguem mesmo?
   Medo, críticas, piadas, falta de conhecimento, distância geográfica, origem social, situação financeira, pouco ou nenhum auxílio, entre outros elementos, podem fazer qualquer um desistir de um grande objetivo. Eu mesmo quase desisti de fazer minha faculdade em 2009 por conta da falta de conhecimento sobre as linhas de ônibus, a faculdade ser em torno de 150km de onde eu morava e não ter uma casa para eu ficar durante o período. Graças a meu amigo Eduardo Moraes que ofereceu a casa dele para eu ficar, que tudo foi se ajeitando e deu certo.
     Quando estas dificuldades vêm todas juntas, aí sim fica difícil seguir em frente, mas, antes de desistir, analise minuciosamente sua situação, procure informações e auxílio desconhecidos por você que podem lhe ajudar enormemente. Decisões tomadas impulsivamente, têm a possibilidade de lhe fazer perder grandes oportunidades, ou seja, pode deixar de realizar seus sonhos apenas porque não se esforçou um pouquinho mais para sanar as dúvidas que tinha.
    Tu deves conhecer muitos cantores, atrizes, atores e jogadores de futebol, mas conhece o passado deles? Sabe como foi a infância deles? Vou pegar um exemplo: Silvester Stallone, o que fez Rambo. Antes de ser conhecido, ele tinha muitas dificuldades financeiras, chegou  a dormir na rua e até a passar fome enquanto escrevia o roteiro do filme Falcão - O campeão dos campeões. Depois de pronto, ele apresentou o texto para um diretor que se interessou, mas Silvester queria ser o ator principal, o que não era o desejo do outro. Depois de muito insistir, Stallone conseguiu o que queria e fez o filme, passando a ser conhecido desde então.
     Outra coisa que deve procurar reduzir é sua ansiedade. Pois, como já falei no texto "O melhor caminho", o tempo para se alcançar o seu objetivo, é diretamente proporcional ao tamanho dele. Ou seja, pode demorar muito até que consiga todos os requisitos necessários para torná-lo realidade. Vá adquirindo-os um por um e aprimorando-os que quando menos esperar, já o terá alcançado.
    Então, antes de pensar em desistir dos seus objetivos, seja ele fácil ou difícil, analise com cuidado se não tem como derrubar os empecilhos para sua realização. Talvez com poucas ações consiga isso e, não importa quem você seja, pode ser grande ou fazer grandes coisas como qualquer pessoa.


sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O melhor caminho

     Todo adolescente chega a um momento que se enche de perguntas como: que caminho escolherei daqui em diante? que trabalho terei? devo fazer uma faculdade? Se sim, qual? Devo tentar uma oportunidade fora da minha cidade? Um curso final de semana pode ser bom? Ter filho agora é uma boa ideia? Entre muitas outras questões...
         Estas perguntas são importantes, pois um caminho bem definido desde já, nos ajuda a ganhar tempo e evitar desperdício de esforço e dinheiro. Conseguimos nossos objetivos em um curto espaço temporal e sem arrependimentos se comparado a agir às cegas. Mas responder essas perguntas não é uma tarefa fácil para muita gente.
       Alguém com tantas dúvidas pode resolvê-las conversando com uma pessoa adequada, mas com quem quando pertencem a famílias um tanto quanto problemáticas como pai alcoólatra, mãe sem um juízo muito certo, outros familiares e até amigos um tanto quanto pessimistas ou conservadores demais?
    Uma saída é, sempre que possível, conversar muito com gente de sucesso atentando ao que fizeram no passado e também analisar casos diversos de pessoas mais velhas prestando atenção nos resultados das escolhas delas. Com estas informações, poderá ver distintos destinos e que ações podem te levar a cada um deles. Assim, tu saberás o que fazer e não fazer dependendo de onde quer chegar.
        Acrescente ainda informações obtidas de leituras e pesquisas em jornais, livros, revistas, sites e outras fontes. Por exemplo, no caso da escolha de um emprego, não basta apenas você escolher algo que goste de fazer, tem que analisar a demanda do mercado, salário, se precisa de uma faculdade e se você encara uma. Depois de tudo isso analisado, aí sim você pode se decidir que caminho seguir, pois um desejo pode também lhe prejudicar se não for bem observado.
       Ao perseguir um objetivo, fique ligado que o tempo para alcançá-lo é diretamente proporcional ao seu tamanho, ou seja, quanto maior ele for, mais se demorará para chegar nele e talvez sua vida não dure o suficiente. Este é mais um ponto que deve se atentar na escolha do objetivo para reduzir sua ansiedade e, mesmo que ele seja de difícil obtenção, não obrigatoriamente deve pensar em desistir, pois nem tudo que se pensa, acontece de fato.
     Com nosso amadurecimento e aumento do nosso conhecimento, conhecemos uma nova realidade que pode nos forçar a mudar nossos desejos. Com esta mudança, é de se esperar uma alteração significativa em nossas aspirações que pode mudar nosso caminho. Assim, não se agarre tanto ao seu objetivo fazendo dele uma obsessão, isso evitará sofrimento futuro e o cometimento de erros graves.
       Enfim, devemos escolher um caminho para seguir, pois parado não podemos ficar. Pode não ser fácil escolher um caminho bom, mas impossível não o é. Siga em frente e atente-se sempre que for necessário mudar de rota.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Fé na humanidade

     Diante de tudo o que vemos no nosso cotidiano e na mídia como assaltos, corrupção, mortes, doenças e outras mazelas assolando a humanidade e sabendo que a causa disso é ela própria cometendo sempre os mesmos erros geração após geração, muitos pensam que nós nunca aprenderemos a viver corretamente. Entretanto, penso que isto está errado. Pois acredito sim que poderemos aprender a fazer o certo, apenas precisamos de tempo, o que é incerto se considerarmos a fragilidade da vida humana.
     Talvez você diga que estou errado, mas quero que analise como vivemos hoje e compare como vivíamos mil anos atrás, no que acreditávamos, como resolvíamos nossos problemas. Vou pegar um exemplo: na Idade Média ocorreu uma vez a chamada Peste Bubônica ou Peste Negra que dizimou cerca de 1/4 ou 1/3 da população européia no século XIV. Enfermos dessa época acreditavam que isso era um castigo de Deus pelos pecados que cometeram. Se açoitavam, flagelavam, entregavam seus bens para a igreja e nada resolvia, pois eles não sabiam que a peste era causada por uma bactéria oriunda de uma pulga que vivia no rato preto. Este teve uma explosão populacional pelas cidades europeias após as pessoas matarem todos os gatos que encontravam por acreditar que tinham ligação com as supostas bruxas. O conceito de microorganismo e sua relação com as doenças eram desconhecidos nessa época e só foi sendo adquirido com o tempo. 
    Tal como ocorreu com a Peste Negra, muitos de nós fazemos coisas hoje sem pensar nos resultados a longo prazo seja por desconsiderá-lo ou por falta de conhecimento. Muitas pessoas pensam que enquanto só nos beneficiarmos, não temos com o que nos preocupar. Entretanto, o benefício obtido por erro é temporário, pois com o passar do tempo, a coisa boa "puxa" coisa ruim. 
     Exemplificando: quando você é um governador e usa superfaturamento em licitações, desviando dinheiro público para o próprio benefício, de modo que reduz-se os investimentos em educação, muitos jovens têm uma péssima instrução, não conseguem arrumar um emprego digno e acabam virando ladrões que um dia roubam seu carro. Entendeu a referência?
     Aí você diz que todo este texto é inútil, pois leem, mas é como se não tivessem lido. De fato isso ocorre com a ampla maioria das pessoas, mas como exemplifiquei com a Peste Bubônica, é algo que leva tempo. Mudar uma pessoa já é difícil, mudar uma civilização inteira é ainda mais trabalhoso. Ocorre a passos lentos, só analisar nosso passado e comparar com nosso presente. Devemos nos ater que todos nós estamos no mesmo barco, moramos no mesmo planeta e pertencemos a mesma civilização. Somos interdependentes e o que afeta um, afeta todos, não obrigatoriamente de forma imediata, mas mais cedo ou mais tarde.
    Entretanto, a vida humana é delicada. Podemos morrer de 1 bilhão de maneiras diferentes e ainda inventamos novas maneiras de nos suicidarmos. Acredito que daqui a 2 mil ou 4 mil anos, podemos dar uma grande avançada na forma de agirmos, mas não tenho certeza alguma se viveremos até esse dia.


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Não tem como ser perfeito, mas tem como atingir o máximo da própria perfeição

    O que é perfeição? Dependendo da cultura, há muitas definições possíveis e até antagônicas, mas, concentrando-se no essencial, podemos dizer que consiste em estar em um estado que se considera isento de falhas, imperfeições, erros ou qualquer coisa que não satisfaça a pessoa perfeita e a todos ao seu redor, cuja opinião ela considera e, em contrapartida, tenha outras características que gerem profunda admiração por todos. Isto pode se aplicar ao corpo em si ou as ações dela.
      Exemplificando, se por acaso você sabe cozinhar muito bem, é uma pessoa organizada, bastante educada, se veste bem, respeita e ajuda seu parceiro (a), pinta bem, toca muito bem um instrumento, entre outra ruma de características, você é considerado (a) um ser perfeito, alguém difícil de acreditar que exista.
     Não quero dizer que saber fazer tudo que eu disse anteriormente, te torna perfeito. Se você souber fazer outras coisas diferentes daquelas, tem-se o mesmo efeito e não há uma quantidade específica e limitada de habilidades para alcançar este patamar, mas quanto mais, melhor.
     Aí você pergunta: Se tivermos duas pessoas que sabem fazer as mesmas coisas muito bem, as duas têm o mesmo grau de perfeição? A minha reposta é não. Por mais que suas habilidades sejam muito parecidas, há diferenças mínimas que as diferenciam, ninguém é igual a ninguém, cada pessoa é única em suas características genéticas, psicológicas e de personalidade. Devido este detalhe, a perfeição não é a mesma.
     Ou seja, perfeição apresenta formas diferentes em pessoas distintas, assim, por mais que você se esforce para alcançar a perfeição de outra pessoa, nunca a alcançará plenamente ou até mesmo pode passar dela. É assim que funciona, pelo menos ao meu ver. Você tem que tomar como referência a si mesmo por meio de perguntas como: Até onde eu  posso ir? Será que posso aprender mais? Dou conta de compreender isso? Não ficaria melhor fazer isto de outra forma?
    Outras perguntas que você pode fazer são: Para quê eu vou querer saber fazer um monte de coisas? O que ganho sendo perfeito? Bem, é apenas um caminho a seguir, um objetivo que algumas pessoas escolhem. Semelhante a ler um romance para se entreter, as pessoas podem escolhê-lo apenas como algo para fazer e ocupar seu tempo por pura diversão ou projeto de vida pessoal.
     Portanto, não existe a perfeição absoluta, existe a sua perfeição que só você pode alcançá-la com muito esforço, dedicação e aprimoramento.

 
     

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Quem faz bem na primeira, faz melhor na segunda

    Não, não me refiro na segunda-feira, me refiro na segunda vez. Todos aqueles que fazem projetos e coisas semelhantes, quando o fazem pela primeira vez e olham o resultado, acredito que muitos pensam: "Podia ser melhor!" ou "Podia ter feito isso de outra maneira e teria conseguido um resultado ainda melhor!". Muita gente dedicada deve pensar assim, Leonardo da Vinci que o diga.
     Há quem se decepcione com o resultado que pode sair um pouco mal feito por conta de não ter se concentrado o suficiente e se sinta desestimulado a tentar de novo, porém, numa segunda execução, os erros percebidos são evitados e as novas ideias que se teve quando fez pela primeira vez, são agora aplicadas. Com isso tudo, o resultado fica ainda melhor do que antes, pode ter certeza.
     Tal processo pode ser chamado de aperfeiçoamento. Existe outra maneira de aperfeiçoar? Se sim, desconheço, pois, como diz o ditado, "a prática leva a perfeição" e, a cada novo projeto, melhora-se cada vez mais, às vezes a passos curtos e em outras vezes a passos largos, mas sempre avançando. Sem perceber, fará coisas que no passado nunca imaginaria que conseguiria fazer, isto por que, o que separa sua inabilidade de hoje da sua grande habilidade no futuro, é só muita prática. 
     Mas aí você diz: Não tem algumas pessoas que nascem com grande habilidade para pintura, música e até esporte? Sim, tem. E quantas você conhece? Umas 10 mil? São exceções. Pessoas que por sorte genética ou alguma anomalia, herdaram alguma grande habilidade. A grande maioria das pessoas, vai ter que ralar mesmo para ter um grande resultado em algum projeto importante e quanto mais complexo ele for, mais tempo e dedicação serão exigidos da pessoa.
      E mais uma coisa: quando ver alguém fazendo coisas do mesmo tipo que você, porém, bem melhor e até mesmo insinuando que sua pessoa nunca fará melhor do que ela, não se desestimule, pois ela só consegue fazer melhor do que você porque ela começou a praticar bem antes, e assim, ela já passou por todo um processo que você ainda passará, isso se não desistir de seguir em frente, é claro, e caso tu possua mais rapidez para aprender, tempo e recursos do que ela, a alcançará logo e até mesmo pode ultrapassá-la. Quem vai determinar isso é sua vontade e esforço.
      Assim, persista, siga em frente com dedicação que a cada passo que der, ficará melhor do que antes, pode ter certeza. Com esforço, o seu EU de amanhã, será melhor do que o de hoje. 


domingo, 2 de outubro de 2016

Quem obedece à risca as regras, esquece o motivo delas terem sido criadas

   Desde os tempos antigos, as regras foram surgindo para organizar nossa sociedade e trazer estabilidade a mesma. Elas se modificam com o tempo por conta da mudança de alguns conceitos usados para criá-las, mas sempre estão lá. Pessoas que as obedecem, como policiais, civis e militares, por exemplo, às vezes a seguem tão à risca que sem perceber, acabam se desviando da sua finalidade, ou seja, ao invés de beneficiar as pessoas, estão prejudicando-as.
     Vou exemplificar para ficar mais fácil entender: suponha que uma pessoa esteja doente e usar  um tipo de droga como a maconha poderia fazê-la suportar por mais tempo até que descobrissem um jeito de curar a doença dela, porém, pela lei do país onde ela se localiza, uso de drogas é ilícito e pode dar cadeia. E aí, obedecer a regra à risca e deixá-la definhar ou desobedecê-la e tentar salvá-la? Outra situação envolve religião: vi uma notícia uma vez de uma família evangélica fundamentalista, um dos seus membros estava doente e a transfusão de sangue poderia amenizar os efeitos da doença, porém, pelas regras da religião deles, tal processo não poderia ser realizado por ser pecado, não fizeram e a pessoa morreu.
     Será que muitos que criam as regras ou as obedecem, sabem da sua finalidade? Como já dito, elas foram criadas para organizar nossa sociedade, ajudando as pessoas em suas necessidades, no uso de recursos, na orientação das ações de todos e coisas semelhantes. Alguns procuram não se ater a  tudo isso para a própria vida ficar mais fácil de manejar ou por conta de conceitos ultrapassados que ainda acreditam, se prendendo ao passado. Em certos casos, pensa-se: "Enquanto isto não me afetar, não tenho com o que me preocupar!" ou "Nunca vi isso!".
     Quando obedecemos regras, devemos nos concentrar na sua finalidade para que possamos abrir exceções. Claro que tais ações exigem cuidado. Digamos que você trabalha em um banco, a pessoa traz o documento do pai dela, o cartão de aposentadoria  do mesmo e a senha para tirar algum dinheiro que tá na conta. O atendente conhece a pessoa de longa data e também conhece seu pai, entre outros membros da família. Por regra do estabelecimento, o saque não pode ser feito por conta de uma procuração que tem que ser feita ou o dono da conta tem que vir em pessoa. Nesse caso, independente do regulamento, penso eu, pode-se desobedecê-lo sem problema, pois, fora isto, nenhuma outra irregularidade está sendo cometida e ninguém está sendo prejudicado, pelo contrário, está sendo facilitada a vida de um usuário. Não concorda?
     Assim, devemos obedecer as regras e leis que nos regem, mas, é nosso dever também ficar atento à sua finalidade para ver se a obediência rígida a ela não nos está desviando do seu propósito, para fazermos ações adaptativas que corrijam tal desvio.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Dois Senhores

   Todas as pessoas encerram dentro de si dois Senhores que as governam. Um deles é o EMOCIONAL que vai pelo que sente, pela intuição, confiando que tudo vai dar certo. O outro Senhor é o RACIONAL, que analisa as informações, pondera e depois toma a decisão para em seguida vir a atitude. Este, nos dá mais conforto e tranquilidade, mas o EMOCIONAL dá um "gostinho" único à vida, por isso não podemos ficar sem os dois, mas também não devemos deixar um sobrepujar o outro.
     O EMOCIONAL aborda atitudes baseadas em sentimentos como raiva, dor, amor, paixão, prazer e outros. O sentimento é uma coisa natural de todo ser vivo, pois todos o sentem. Biologicamente falando, ocorre após uma injeção intensa de um hormônio específico na corrente sanguínea que quando se espalha por todo o corpo, atrapalha o raciocínio lógico do mundo à nossa volta. Nesse estado, nosso lado impulsivo se torna forte e de acordo com o sentimento sentido, nosso cérebro nos estimula a tomar atitudes pré-programadas em nossa mente em questão de segundos. O tipo de atitude vai depender da nossa experiência de vida, da nossa visão de mundo, religião, desejos internos que talvez até nós desconheçamos, entre outros fatores.
     Já o RACIONAL, até pode ter algum hormônio envolvido na corrente sanguínea, mas em menor intensidade. Nele a pessoa pensa de forma "fria", seu lado impulsivo está fraco e ela é mais introspectiva. Com ela, a pessoa pega as informações que teve acesso; analisa os prós e contras, usando a Técnica da Balança, por exemplo; vê se não falta nenhum dado importante; caso já esteja com todas as informações, estima o que provavelmente pode acontecer se tomar certas atitudes (as consequências que pode gerar); destas, quais está disposta a arcar e, depois de tudo isso, decide qual decisão finalmente vai tomar. Demanda um processo que pode demorar de alguns minutos até dias, dependendo da decisão.
      Ambos têm suas vantagens e desvantagens. Vejamos:

     EMOCIONAL:
   
     Vantagens:   
  • Nos faz sentir fortes emoções;
  • Torna alguns momentos inesquecíveis;
  • Age rapidamente;
  • Fortalece nossos laços com outras pessoas;
  • Tem o poder de aumentar nossas capacidades;
     Desvantagens:
  • A turbulência de sentimentos pode nos fazer tomar a atitude errada;
  • Pode nos fazer acumular muitos erros;
  • Pode nos prejudicar a longo prazo;    
  • Às vezes nos faz imaginar coisas irreais;

     RACIONAL:

     Vantagens:
  • Se preocupa com o nosso futuro;
  • Vê o mundo à nossa volta de forma mais real;
  • Reduz as chances de tomarmos atitudes erradas;
  • Reduz o acúmulo de erros;
  • Reduz as chances de sofrermos;
      Desvantagens:
  • Pode demorar mais para agir;
  • Torna o mundo à nossa volta um pouco mais sem graça;
  • Temos menos momentos inesquecíveis para lembrar;
  • Por nos fazer errar menos, reduz a taxa de aprendizado prático;

    Como podemos observar, ao usar somente um deles, perdemos as vantagens do outro e, também, as vantagens de um atenuam as desvantagens do outro. Portanto, o certo é usar os dois de forma dosada, calibrada. Isto exigirá autoconhecimento e controle dos seus pensamentos, sentimentos e atitudes. Não é fácil ter controle sobre coisas abstratas como essas, mas temos que nos esforçar em nome da nossa felicidade e de todos aqueles que nos rodeiam.
    Fazendo isso, ao meu ver, viverá sabiamente e ao mesmo tempo de forma prazerosa.